quarta-feira, 7 de março de 2012

Parabéns para mim uhuh

07 de Março de 2012, 00:47
Para dizeres o que me disseste preferia que não me tivesses dito nada hoje. A tua indiferença dá cabo de mim, não reconheço em ti o homem que me acompanhou em tudo durante dois anos e meio da minha vida. O homem que me acarinhou e protegeu, mesmo antes de o nosso namoro ter começado. Recebi a tua mensagem e o meu coração acelerou sabes? Depois de a ler escorreram-me lágrimas pela face por sentir tamanha frieza nas tuas palavras. Foi assim que começou o MEU dia, graças a ti. E ainda eu me pus a pensar como tinha sido a minha meia noite faz um ano... mas essa foi mais nossa que minha e lembro-me dela como se fosse ontem, lembro-me de mim perdida nos teus braços, lembro-me de ti entregue à minha alma, lembro-me de nós e dos pássaros a cantar ao nosso amor. Adorava saber se também te lembraste disso ou se a mensagem mostrou tudo o que sentiste... que foi um ah, ela faz anos, vou dar-lhe os parabéns uhuh. Eu não sei o que tu pensas, mas isto é coisa de conhecido não daquele que eu chamava melhor amigo. Sim, chamava. Hoje percebi que isso acabou e tenho pena. Sei que não devia ter voltado a escrever-te, mas tinha simplesmente que te dizer isto.

Dia passado entre melhor amiga e dança. Vou daqui a nada às compras com a mami. Sorri todo o dia e estou muito feliz, apesar de tudo. E o melhor presente de aniversário que podia ter recebido foi termos chegado aos 100 cubos de açúcar. Obrigada por me adocicarem o coração. Gosto muito de vocês todos.

terça-feira, 6 de março de 2012

Resultado da sondagem


Cá está o novo design. Está muito simples, mas identifica-se comigo, com o meu estado de paz interior. Espero que gostem meus cubos de açúcar. A ver se isto me traz de novo a inspiração... ai.

segunda-feira, 5 de março de 2012

quando é que me deixas Amor?

É incrível como o Amor mesmo depois de calcado, recalcado, magoado, amachucado, roto e rasgado, negro, solitário e desiludido não se vai. Fica aqui bem quietinho à espera que a tempestade passe e a trovoada se vá, à espera que o sol venha e apareça o arco-íris. Canso-me de lhe gritar que desta vez não vão chegar os dias bonitos em que o céu não tem nuvens e na noite preside a lua cheia, mas ele não quer ouvir. Não foge, não se mexe e continua ali vivo, respirando devagar para ninguém dar pela presença dele, encolhido em concha num canto do meu pequeno coração. Às vezes acho que ele não se vai cansar e vai ali ficar eternamente, e há momentos em que até gosto disso, mas há outros que oh, só queria que ele se fosse de uma vez, que se despedisse de mim e fechasse a porta com uma lágrima no canto do olho mas que fosse... que fosse e não voltasse. Agora quero outro amor, quero outra história, quero outra vida, mas enquanto ele estiver cá vou continuar a ser eu, a Lia apaixonada pelo André.

sexta-feira, 2 de março de 2012

onde andas tu querida inspiração?

Sinto as veias da inspiração secarem e dói. Dói porque esta vontade de escrever não desaparece, aliás, cresce e cresce e continua sempre a crescer. Mas quando tento escrever, nada  me sai da alma. Na verdade eu sempre fui uma romântica incurável e acho que não sei escrever sobre mais tema algum além de amor. Eu até podia chegar aqui e maravilhar-vos com palavras cheias desse estupendo sentimento, porque o meu coração está cheio dele, o problema é que a minha sensatez não deixa. Ela fechou o meu coração a sete chaves e agora para abri-lo vai ser o cabo dos trabalhos. O que está lá, está, o que não está também já não entra entendem? É como um telemóvel bloqueado, um comando sem pilhas ou uma televisão sem antena. Podemos tentar mil e uma vezes fazer alguma coisa com eles, mas não vamos conseguir nada. O meu coração está assim. Parado num estado de sítio ao qual não chamo de nome nenhum, porque é isso que ele é agora - um nada. Passou de rei a escravo. Deve doer. Mas eu não sinto, já não sinto nada. Apenas uma felicidade enorme. Talvez seja graças à marotice que a minha sensatez fez, talvez seja. E se é mesmo, olha, obrigada sensatez. Continua assim atrevida e autoritária, gosto bem mais de ti do que da tua cara-metade, a emoção. Mas oh, bem que me podias abrir a alma de vez em quando, só quando eu te pedir muito, só quando a escrita me tornar refém deste velho vício... pode ser?